Os Imbecis Singulares

“Diabos, eu vou morrer, meus pais, filhos e amigos vão morrer? Como é que isso pode estar acontecendo?”. Como é que eu não previ isso?”. Devem ser essas as perguntas que estão fazendo agora os “homens que estão vencendo a morte”, os adeptos da Singularidade, os algoristas, os donos da verdade, reis da inteligência artificial, os pop stars do mundo virtual! Eles não deveriam estranhar, até porque eles já estão acostumados a destruir, matar pessoas manipulando números na Esgotosfera, comportando-se como deuses, muito embora eles detestem essa palavra que remete a fé!

O que estará pensando agora Ray Kurzweil, autor do livro A Medicina da Imortalidade, o profeta futurista autodenominado ‘transumanista’, imbecil respeitadíssimo, que toma duzentos comprimidos de suplementos alimentares por dia, pois tem como “meta de viver para sempre (ele tem 72 anos), já que em 2029 o homem atingirá a singularidade” isto é, terá se fundido com uma máquina. Ou seja, o homem deixará de ser humano, vai virar super-herói da Marvel. A tese desse idiota digital, escritor, cheio de títulos acadêmicos, e PhD. pelo prestigioso MIT, não é de todo estúpida, pois todo tolo que tem um smartphone, sabe que nós estamos próximos demais das máquinas, já que elas “advinham” nossos pensamentos.

O que eu quero mostrar é que esse mentecapto, que se diz vidente científico, em momento algum, em seus livros, palestras, lives pensou ou cogitou, o mínimo que fosse, sobre a tragédia que estamos enfrentando. Nem ele nem seus estúpidos adeptos de laboratório! Pergunto, cientistas que estão no topo da escala da comunidade científica não conseguem visualizar a aproximação de uma tragédia que a ciência tem o dever de evitar? Não estou dizendo que eles têm obrigação de prever, mas sequer se trabalhou com a probabilidade de isso vir a acontecer?! Sabem por que eles não sabem? Não sabem porque se acham onipotentes! Não sabem porque à maioria desses sujeitos não tem um pingo de espiritualidade, cultura humanística, ou de sensibilidade artística. São frios como lâminas de barbear, e não conseguem enxergar o ser humano como um ser transcendente, um produto racional único do Universo e, porque não dizer, um filho de Deus!?

Não estou criticando a ciência, os cientistas seriíssimos – a humanidade talvez já tivesse sido extinta não fosse a ciência – e dedicados, que trabalham para oferecer o melhor para a humanidade. Estou criticando os espertalhões, os superstars do mundo algorítmico que manipulam a verdade, escrevendo mentiras em Best sellers, Blogs, fazendo palestras, lives e ganhando muito, muito dinheiro distorcendo a verdade. Já não basta o que eles fazem manipulando eleições mundo afora elegendo autocratas! Fora com esses canalhas!  A hora da verdade chegou para eles e seus seguidores, tão doentios quanto fanáticos religiosos que eles desprezam e chamam de escória. Essa turma do Algoritmo é tão fanática quanto os idiotas que se ajoelham para falsos pastores.

Pergunto, se esses sujeitos conhecem o célebre discurso de Charles Chaplin no filme o Grande Ditador, de 1942, quando a humanidade enfrentava um flagelo semelhante ao de agora: a Segunda Guerra Mundial, o demônio Adolf Hitler, o Coronavírus daqueles anos.  “Não sois máquinas, homens é que sois” é o que diz Chaplin, o humanista múltiplo que fez a humanidade rir por três gerações! É assustador que parte dessa turma viva enfurnada na Caverna, aquela caverna do mito de Platão, e não enxerguem um palmo diante do nariz, quando deveria ser o contrário, já que são cientistas! Estão hipnotizados pelo gigantesco poder transformador da tecnologia, em busca da imortalidade, e esqueceram que são humanos, mortais, falíveis e nada os fará imortais! Quando Shakespeare nos chamou, pela boca de Hamlet, de “Quintessência do pó”, ele estava ecoando a Bíblia, que diz que “Tu és pó, e ao pó voltarás”. E mais, só se tornam imortais aqueles que criam, a única forma de viver cem, quinhentos, mil anos! Como Platão, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Newton, Mozart… Portanto, tremam agora, encarem o medo do sofrimento e da morte, pois saibam que jamais seremos máquinas! Homens é o que somos! E vão para o inferno!

 

Os 73 Anos do fim da Segunda Guerra Mundial

Terça-feira, dia 8 de maio de 2018, a humanidade festeja o fim da Segunda Guerra Mundial — o conflito ainda iria até 14 de agosto no oriente, com os aliados lutando contra o Japão ­— com a rendição incondicional da Alemanha. Durante seis longos anos, mais de cem milhões de soldados combateram num conflito que envolveu os cinco continentes. No final, mais de sessenta milhões de pessoas estavam mortas – não há consenso sobre o número real, que pode chegar a oitenta milhões. Entre os mortos, vinte e sete milhões eram soviéticos. Quem mais sofreu foi a Polônia, que perdeu 15% de sua população. Europa e Ásia estavam devastadas, e dezenas de milhões de pessoas vagavam pelas estradas sem terem para onde ir.

Em 1871, os estados alemães, herdeiros das tribos germânicas que derrotaram o império romano em 476 D.C, finalmente se juntaram, sob o comando de Oto Von Bismarck, chanceler da Prússia e, depois de humilharem a França – vingaram-se de Napoleão que fizera o mesmo com eles sessenta anos antes –, na guerra franco-prussiana, criaram uma nação denominada Alemanha. Extremamente organizados,  os alemães trabalharam sob o lema “ferro e sangue”,  montaram os maiores e melhores exércitos e resolveram dominar o mundo, pois esse era “o destino da Alemanha”.

Terra de filósofos, cientistas, músicos e juristas, considerados os melhores do mundo, os alemães, em 1914, estavam tão ricos e equipados quanto o império britânico, fonte de inveja da Alemanha. Assim, seu imperador Guilherme II, um homem recalcado (tinha um braço paralisado), invejoso, brutal, resolveu encarnar o espírito alemão, cometendo toda sorte de asneiras diplomáticas, criando conflitos com os outros impérios, Russo, Britânico, Turco-Otomano e o Austro-Húngaro. E com estes dois últimos se aliou, e em vista de um mundo cansado, velho, em que a humanidade flertava com a estupidez, uma guerra foi deflagrada em agosto de 1914, transformando-se na Primeira Guerra Mundial, que deixou um rastro de destruição na Europa, e levou a Alemanha à desgraça, deixando-a de joelhos… e gerou um filho: Adolf Hitler.

Em poucos anos, a Alemanha estava de pé de novo. Seu povo organizado e trabalhador, com o mais alto nível técnico-educacional do mundo – a Alemanha ganhou a maioria dos prêmios Nobel do começo do século – estava preparada para se vingar das “humilhações” do Tratado de Versalhes, que reduzira seu tamanho e a obrigara a pagar pesadas indenizações, penalizando seu povo durante vários anos. Foi quando Hitler, um cabo desempregado de trinta anos de idade, que não estudou, pintor fracassado, que dormia em albergues e bancos de praça, que ficara cego por um ano durante a guerra, montou um partido, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, apelidado de Partido Nazista, hipnotizou o país e prometeu devolver a honra da Alemanha.

“O inferno está vazio e todos os demônios estão aqui”, diz Shakespeare em sua peça A Tempestade. Frase alguma poderia descrever melhor o que aconteceu com o povo alemão  – com poucas exceções – nos anos que vão de 1933 a 1945. Nasceu ali a máquina mais brutal e assassina da história. Os alemães, denominando-se “arianos”, a “raça superior”, transformaram-se em demônios e resolveram aniquilar a humanidade.

Em primeiro de setembro de 1939, Adolf Hitler mandou invadir a Polônia, e em três semanas, reduziu-a a pó. Em julho de 1940, a Europa estava quase toda dominada e escravizada, a França derrotada novamente e Paris virou um prostíbulo alemão. Hitler fez aliança com Japão e Itália para dividir o mundo entre eles. Somente uma nação europeia resistia, a Grã-Bretanha, de Winston Churchill, o homem que disse não a Hitler e Mussolini, e lutou sozinho com os dois demônios por dois longos anos.

No oriente, o Japão fazia misérias, cometendo atrocidades inimagináveis no Pacífico Sul: na China, Coréia, Indonésia, Filipinas e ilhas adjacentes. Na Alemanha, Hitler escravizara doze milhões de europeus, mandara matar os judeus, homossexuais, deficientes, testemunhas de jeová, ciganos, negros e minorias, denominados por ele de “escória da humanidade”. Milhares de campos da morte foram montados em toda a Europa. Em algum momento de 1942, parecia que o mundo seria governado por satanás!

Como arrogância e estupidez são cegas, o Japão resolveu atacar os Estados Unidos da América, e a Alemanha atacou a União Soviética, duas nações incomparavelmente maiores e mais populosas do que elas. Foi o começo do fim! A coragem da Inglaterra, a riqueza da América e os soldados da U.R.S.S colocaram Japão e Alemanha em seu devido lugar. No final, Hitler deu um tiro na cabeça, Mussolini morreu como um porco (pendurado num gancho) e os japoneses conheceram o inferno. A paz voltou, a ONU nasceu, surgiu uma nova ordem, e veio a guerra fria. Mas isso já é outra história!

Os 70 Anos da Segunda Guerra Mundial

Sexta-feira, dia 8 de maio de 2015, a humanidade festeja o fim da Segunda Guerra Mundial — o conflito ainda iria até 14 de agosto, no oriente, com os aliados lutando contra o Japão ­— com a rendição incondicional da Alemanha. Durante seis longos anos, mais de cem milhões de soldados combateram num conflito que envolveu os cinco continentes. No final, mais de sessenta milhões de pessoas estavam mortas – não há consenso sobre o número real, que pode chegar a oitenta milhões. Entre os mortos, vinte e sete milhões eram soviéticos. Quem mais sofreu foi a Polônia, que perdeu 15% de sua população. Europa e Ásia estavam devastadas, e dezenas de milhões de pessoas vagavam pelas estradas sem terem para onde ir.

Em 1871, os estados alemães, herdeiros das tribos germânicas que derrotaram o império romano em 476 D.C, finalmente se juntaram, sob o comando de Oto Von Bismarck, chanceler da Prússia e, depois de humilharem a França – vingaram-se de Napoleão que fizera o mesmo com eles setenta anos antes –, na guerra franco-prussiana, criaram uma nação denominada Alemanha. Extremamente organizados,  os alemães trabalharam sob o lema “ferro e sangue”,  montaram os maiores e melhores exércitos e resolveram dominar o mundo, pois esse era “o destino da Alemanha”.

Terra de filósofos, cientistas, músicos e juristas, considerados os melhores do mundo, os alemães, em 1914, estavam tão ricos e equipados quanto o império britânico, fonte de inveja da Alemanha. Assim, seu imperador Guilherme II, um homem recalcado, invejoso, brutal, resolveu encarnar o espírito alemão, cometendo toda sorte de asneiras diplomáticas, criando conflitos com os outros impérios, Russo, Britânico, Turco-Otomano e o Austro-Húngaro. E com este último se aliou, e em vista de um mundo cansado, velho, em que a humanidade flertava com a estupidez, uma guerra foi deflagrada em agosto de 1914, transformando-se na primeira guerra mundial, que deixou um rastro de destruição na Europa, e levou a Alemanha à desgraça, deixando-a de joelhos… e gerou um filho: Adolf Hitler.

Em poucos anos, a Alemanha estava de pé de novo. Seu povo organizado e trabalhador, com o mais alto nível técnico-educacional do mundo – a Alemanha ganhou a maioria dos prêmios Nobel do começo do século – estava preparada para se vingar das “humilhações do Tratado de Versalhes”, que reduzira seu tamanho e a obrigara a pagar pesadas indenizações, penalizando seu povo durante vários anos. Foi quando Hitler, um cabo desempregado de trinta anos de idade, que não estudou,  pintor fracassado, que dormia em albergues e bancos de praça, que ficara cego por um ano durante a guerra, montou  um partido, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, apelidado de Nazista, e prometeu devolver a honra da Alemanha.

“O inferno está vazio e todos os demônios estão aqui”, diz Shakespeare em sua peça A Tempestade. Frase alguma poderia descrever melhor o que aconteceu com o povo alemão  – com poucas exceções – nos anos que vão de 1933 a 1945. Nasceu ali a máquina mais brutal e assassina da história. Os alemães, denominando-se “arianos”, a “raça superior”, transformaram-se em demônios e resolveram aniquilar a humanidade.

Em primeiro de setembro de 1939, Adolf Hitler mandou invadir a Polônia, e em três semanas, reduziu-a a pó. Em julho de 1940, a Europa estava dominada e escravizada, a França derrotada novamente e Paris virou um prostíbulo alemão. Hitler fez aliança com Japão e Itália para dividir o mundo entre eles. Somente uma nação lutava, a Grã-Bretanha, de Winston Churchill, o homem que disse não a Hitler e Mussolini, e lutou sozinho com os demônios por dois longos anos.

No oriente, o Japão fazia misérias, cometendo atrocidades inimagináveis na China, Coréia, Indonésia, Filipinas e ilhas adjacentes. Na Alemanha, Hitler escravizara doze milhões de europeus, mandara matar os judeus, homossexuais, deficientes, testemunhas de jeová, ciganos, negros e minorias, denominados por ele de escória da humanidade. Milhares de campos da morte foram montados em toda a Europa. Em algum momento de 1942, parecia que o mundo seria governado por satanás!

Como arrogância e estupidez são cegas, o Japão resolveu atacar os Estados Unidos da América, e a Alemanha a União Soviética (Rússia), duas nações incomparavelmente maiores e mais populosas do que elas. Foi o começo do fim! A coragem da Inglaterra, a riqueza da América e os soldados da Rússia colocaram Japão e Alemanha em seu devido lugar. Hitler deu um tiro na cabeça, Mussolini morreu como um porco e os japoneses conheceram o inferno. A paz voltou, a ONU nasceu, surgiu uma nova ordem, e veio a guerra fria. Mas isso já é outra história!