José Mayer e a Luxúria abr10

José Mayer e a Luxúria

Se José Mayer tivesse lido o soneto 129 de Shakespeare, saberia que “A luxúria é perjura, assassina, sanguinária, culpada, selvagem, extrema, rude, cruel e desleal”. “Que é uma isca lançada para enlouquecer a presa”. E que “depois de desfrutada é desprezada e esquecida”. E que, finalmente, pode “conduzir ao inferno”. Ou seja, o inferno astral que ele está vivendo hoje e do qual vai demorar um bocado para sair. Talvez não devesse falar mais do caso José Mayer, vítima da luxúria, a “concupiscência da carne”, para usar uma expressão de Shakespeare, já que não é bom alardear ou tripudiar sobre as desgraças...